Microbrogin’

O Twitter é uma das mais novas mídias sociais da web. O conceito original é que as pessoas às vezes precisam soltar pequenas notas sobre o que estão fazendo e por ser muito pequeno não vão postar em seus blogs e também não vão ficar avisando todo mundo por aí.

Mas nem só disso vive o Twitter. Vive de hai-kais (como no @millorfernandes), de filosofia em 140 caracteres, de pensamentos nossos.

Explico: a gente costuma pensar assim, fragmentariamente, com ideias que vem e vão, frases sentenciosas e Verdades Universais enunciadas assim, trivial e rapidamente. E eu acho que é por isso que o Twitter funciona: uma central de pequenos Desabafos & Pensamentos Sentenciosos.

Mas o mais interessante mesmo é a tendência que dá pra gente observar nas mídia da Internet. Quando você abre espaço para a criação e olha o público acima da média, vemos um espaço cheio de coisas interessantes, gente produzindo e louca pra que outras vejam suas criações e comentem. É assim com os blogs, com o Twitter, com o Orkut e por aí vai. Adaptamos as ferramentas que temos para servir às nossas vontades de criar.

Embora muitas vezes o que vemos na Internet é nada senão a repetição de ideias televisivas, jornalísticas, [insira o resto aqui], também temos conteúdo bom e original. Isso, somado à nossa capacidade de gastar uns minutinhos pra criar tutoriais e passo-a-passo que ajudem as pessoas, é o que forma, de fato, a rede de que usufruímos. Os sites corporativos estão ao lado de sites de pessoas que fazem bem o negócio, se fizermos uma busca no Google, por exemplo.

Voltando ao Twitter: o que vemos lá é uma tendência repetida em n outras mídias, mas com capacidades próprias e características singulares.