Gírias, e Hipotéticos Manés que as Evitam

Para escrever esse post quero que vocês assumam algumas coisas.

Primeiro: existem gírias, no mundo, e elas se parecem com palavras como “tipo”, “da hora”, “tenso” etc.

Segundo: existem manés no mundo, como apresentadores de programas que poderiam se chamar “Programa do Dudu”, ou como autores de livros pseudointelectuais etc. (Qualquer semelhança com pessoas/programas/autores/livros/pseudointelectuais/manés reais, na frase anterior, é pura coincidência.)

Terceiro: existem manés, que na posição de manés, evitam gírias. Isso é tenso.

Tendo isso em mente, pensemos: gírias são modos de se expressar criados pela sociedade, ou determinada fatia dela. São variáveis, passageiras, algumas legais e outras não. Mas há gente (há) que não gosta de gírias. Por quê? Porque são manés. Exato.

Querem ser cool. Intelectuais. Ouvem determinados tipos de música pra gente inteligente, e, quando escrevem, são mais incompreensíveis que o Rui Barbosa, que é um saco.

Esse post é pra vocês, amigos, que não usam gírias, se acham inteligentes etc. Pensar que eu quase virei um de vocês.

Esse post é para vocês, versões humanas do Gerador de Lero Lero. Vocês, que merecem meu desprezo eterno.